Nos últimos 20 anos, as empresas de serviços profissionais (PSFs) passaram a se parecer muito com seus clientes. Muitas, agora as próprias corporações, operam em vários países e têm centenas — até milhares — de funcionários. Um pequeno grupo de diretores define a direção, enquanto administradores profissionais impõem orçamentos e outros controles financeiros. Funções que antes eram consideradas integrais, como a pesquisa, são terceirizadas ou delegadas a paraprofissionais. Enquanto isso, os proprietários das empresas superaram seus escrúpulos em anunciar seus serviços, sem falar em si mesmos.