Vários anúncios recentes que ganharam as manchetes sobre alienações e cisões de empresas como HP(desmembrando seus negócios de PCs e impressoras), IDADE(a venda de seu negócio de eletrodomésticos para a Electrolux), Bayer(a flutuação de seu negócio de produtos químicos da MaterialScience), e Royal Philips (sua separação em duas empresas autônomas, Lighting e HealthTech) está colocando os holofotes novamente no fenômeno da “mudança central”: como uma empresa, por meio de um processo sustentado de aquisição e alienação de ativos, muda o mix de seu portfólio de negócios e, assim, muda propositalmente o núcleo de suas atividades.