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Desenvolvendo capacidades efetivas de P&D no exterior

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Um número crescente de empresas em setores tecnologicamente intensivos, como produtos farmacêuticos e eletrônicos, abandonaram a abordagem tradicional de gerenciamento de pesquisa e desenvolvimento e estão estabelecendo redes globais de P&D de uma maneira nova e notável. Por exemplo, a Canon agora está realizando atividades de P&D em 8 instalações dedicadas em 5 países, a Motorola em 14 instalações em 7 países e a Bristol-Myers Squibb em 12 instalações em 6 países. No passado, a maioria das empresas — mesmo aquelas com uma presença internacional considerável em termos de vendas e fabricação — realizava a maior parte de suas atividades de P&D em seus países de origem. A sabedoria convencional sustentava que o desenvolvimento da estratégia e a P&D deveriam ser mantidos em estreita proximidade geográfica. Como as decisões estratégicas eram tomadas principalmente na sede corporativa, pensava-se que as instalações de P&D deveriam estar perto de casa.

A version of this article appeared in the March–April 1997 issue of Harvard Business Review.

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